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Aplicativo mobile: como essa ferramenta ajuda na gestão de sua empresa

Ter um aplicativo mobile para te auxiliar nas vendas é uma aposta bastante atrativa diante de um mercado tão competitivo.

Um aplicativo contribui para auxiliar o empreendedor nas tarefas relacionadas ao gerenciamento de sua empresa, otimizando seu tempo. Com essa tecnologia ficou muito mais fácil gerenciar diversos aspectos de seu negócio.

Quais são as interfaces que um app precisa ter?

Interface intuitiva

A interface do sistema precisa ser intuitiva. E o que isso quer dizer? Significa que o design e os elementos de um app para força de vendas devem ser criados com alto nível de organização, de modo a estabelecer uma fácil e direta compreensão do usuário sobre aquele modelo.

Verifique se o app tem facilidade de uso!

Integração com ERP

Verifique se o app possui integração com algum ERP. Isso é importante, pois ao realizar alguma alteração, essa mudança também deve ser feita de maneira automática no ERP de sua empresa.

Navegue pelos conteúdos:

Como o ERP pode auxiliar as empresas com as obrigações fiscais?

– A importância da integração entre e-commerce e o ERP

Mobilidade

A mobilidade é essencial para os empreendimentos que são constituídos por processos externos — como vendas e logística — e que, por isso, são obrigadas a reunir e fornecer dados sobre o cliente. Dessa maneira, ele pode ser acessado a qualquer momento e lugar.

Com isso é permitido que os gestores tenham controle mais prático e simplificado sobre o seu negócio. Esse avanço fez com que toda a papelada fosse dispensada e tudo fique a poucos cliques dos consumidores.

Quais são as vantagens desse instrumento?

Acesso facilitado

Para uma equipe eficaz é importante que o acesso as informações seja feita de maneira rápida e simples. E isso significa acessar conteúdo, estatísticas, números de vendas e muito mais.

Um aplicativo de vendas é um aplicativo que precisa ajudar ativamente no desenvolvimento de negócios e clientes.

Análise de dados

É importante que o aplicativo seja inteligente e orientado a dados!

Uma ferramenta mobile precisa ser abrangente na coleta de dados e informações e intuitiva ao máximo para mostrar aos vendedores seu desempenho, e principalmente como andam suas atividades de vendas.

Dessa maneira, cada vendedor tem um diagnóstico sobre seu desempenho no processo de vendas, e ainda pode saber onde precisa melhorar para gerar mais resultados.

No final do dia o que você mais deseja é vender, por isso é essencial se unir as novas tecnologias e facilitar os processos.

Se você estiver procurando por uma ferramenta de vendas mobile que ajude a entregar resultados, conheça nossa fábrica de aplicativos e solicite um orçamento.

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E-commerce: Como se preparar para o dia do consumidor

O dia do consumidor está próximo e começa a expetativa do público em relação as ofertas proporcionadas pelas lojas virtuais.

O início do ano é repleto de eventos que podem movimentar seu e-commerce, desde volta às aulas, carnaval, dia da mulher e o tão esperado dia do consumidor, comemorado no dia 15 de março.

Essa data é uma das mais esperadas no calendário de compras do consumidor. As principais lojas virtuais do Brasil têm 13 milhões de visitas a mais nesses dias, e os downloads de apps de varejistas crescem 26% ao longo da semana. No próprio Dia do Consumidor, esse aumento é de 23%.

Você está pronto para aproveitar a data e vender mais? Confira nossas dicas e se prepare para o dia do consumidor!

1- Realize promoções, ofereça descontos ou vantagens diferenciadas

O que o consumidor mais espera para esta data? As promoções e ofertas!

Por isso é importante fazer um planejamento antecipado de quais produtos podem entrar em promoção e se existe estoque disponível.

Alavancar suas vendas é importante, mas cuidado para não ficar no prejuízo.

2- Cuidado com os direitos do consumidor

A data foi criada para enfatizar o respeito e a importância dos direitos do consumidor. Por isso, fique atento aos principais direitos do consumidor como: direito à informação, à segurança, à escolha e ao atendimento deve ficar em primeiro plano.

Por isso, fique atento se:

  • A sua loja está viabilizando todas as informações necessárias sobre a promoção, a condição para ganhar o desconto ou a condição especial;
  • a sua loja está oferecendo opções de pagamento e um ambiente seguro para as transações financeiras;
  • a sua loja está atendendo o cliente com agilidade, respeito e eficiência.

3-  Aposte no relacionamento com o cliente

Aproveite a data para melhorar seu relacionamento com os clientes. Realize ações que valorizam esse contato.

Aproveite para reformular e aumentar sua mailing list. Foque em campanhas de pós venda e fidelize vários clientes.

4- Surpreenda seu cliente

Analise tudo o que já foi feito nos anos anteriores pelos seus concorrente. Feito isto, verifique o que você pode fazer de diferente, além de ser uma vantagem para o cliente – também é uma grande oportunidade de surpreendê-lo oferecendo algo novo!

Precisa de ajuda para aumentar suas vendas? Clique aqui e fale com nossa equipe de especialistas!

 

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Infográfico: 8 PASSOS PARA MONTAR UM E-COMMERCE DE SUCESSO

Com o crescimento das vendas online, cada vez mais empreendedores sonham em abrir seu e-commerce.

Ter um e-commerce de sucesso pode parecer difícil, mas seguindo nossas dicas você verá que é apenas questão de dar atenção a alguns pequenos detalhes!

Veja no infográfico abaixo a sequência dos passos para um e-commerce de sucesso:

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Entenda as diferenças entre Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido

Você sabe a diferença entre Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido? Se você está pensando em abrir sua empresa, é muito importante analisar qual o melhor enquadramento tributário para adequar a contabilidade da sua empresa.

Entre outras vantagens, essa é uma forma de evitar pagar impostos acima do que a lei prevê.

simples nacional

Simples Nacional

Criado em 2006, o regime Simples Nacional, tem o objetivo de simplificar o pagamento de tributos por Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), além de dar o tratamento diferenciado para essas empresas.

Ele reúne todos os tributos de uma empresa em uma única guia denominada Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), nela estão o IRPJ, o CSLL, o PIS, o COFINS, o IPI, o CPP, o ISS e o ICMS.

Quem pode adotar esse sistema?

Podem adotar essa forma empresas com Receita Bruta de até R$ 4,8 milhões. Além do benefício de recolher através da Guia Única – DAS, as empresas enquadradas como ME ou EPP possuem outros benefícios como preferência desta modalidade em desempate de licitações e não ter a obrigatoriedade de contrata Jovem Aprendiz, sendo este último facultativo.

A tributação é determinada de acordo com a Atividade Econômica e o anexo de enquadramento no Simples, são 6 anexos que possuem alíquotas de 4,5% a 16,93%, por isso ter um contador pode ser muito importante na abertura e entendimento da tributação.

Geralmente, o Simples Nacional, possui favorabilidade para empresas de comércio com venda direta ao consumidor, porém não é uma regra.

A atividade de comércio atacadista ou a indústria no Simples Nacional normalmente é prejudicada pela transferência limitada de crédito de imposto.

Abaixo segue um perfil de empresa com vantagens nos Simples Nacional:

  • Empresas com margens de lucros médias e altas;
  • Com custos operacionais baixos;
  • Ter uma boa participação das despesas com folha salarial;
  • Transacionar mercadorias não beneficiadas por redução da base de cálculo do ICMS;
  • Não ter mercadorias no regime de Substituição Tributária;
  • Seus consumidores serem clientes finais.

Lucro Real

As empresas que exercem atividades, como instituições financeiras, por exemplo, são obrigadas a optarem pelo regime de Lucro Real, ou pela atividade ou pela receita bruta superior a R$ 78 milhões.

Empresas que adotam o Lucro Real devem calcular o PIS e a COFINS de 9,25% sobre o faturamento, no chamado regime não cumulativo.

Desse valor, a empresa pode descontar créditos calculados com base em diversos fatores, como consumo de energia elétrica.

A tributação do IRPJ e do CSLL são determinadas pela apuração do Lucro Líquido da Empresa de forma periódica, sendo assim o valor de apuração pode variar de acordo com os resultados da empresa, podendo até a empresa ficar sem ter apuração a pagar para o Governo, se ela apurar um prejuízo no exercício.

Com o regime de Lucro Real, as empresas possuem alguns custos extras de operações, pois precisam manter um controle contábil financeiro adequado e possuem informações a transmitir o fisco.

É importante mencionar que no Lucro Real as empresas possuem alguns custos adicionais de operação, pois precisam manter um controle contábil financeiro adequado e possuem mais informações a transmitir ao fisco.

O Lucro Real normalmente é vantajoso para empresas com reduzidas margens de lucro ou com prejuízo, tais como, grandes indústrias ou empresas que possuem muitas despesas como matéria prima, energia elétrica e alugueis, pois, estas recebem crédito de PIS/COFINS no regime não cumulativo, além de calcular o IRPJ e CSLL sobre a baixa margem de lucro.

Normalmente o perfil destas empresas é:

  • Margens de lucro baixa ou prejuízo;
  • Custos de operação alto com alugueis, fretes, matéria prima e energia elétrica;
  • Transacionar com mercadorias com redução da base de cálculo (incentivo fiscal);
  • Possuir mercadorias no regime de Substituição Tributária;
  • Ter faturamento acima de R$ 78 Milhões.

Lucro Presumido

Para as empresas que adotarem o regime do Lucro Presumido, o Imposto de Renda (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro (CSL) têm por base uma margem de lucro pré-fixada pela lei.

Essa foi uma forma de simplificar a apuração destes dois impostos.

Desta forma, mesmo que a empresa tenha obtido uma margem de lucro maior, a tributação recairá apenas sobre a margem pré-fixada.

Mas, atenção: se a margem de lucro efetiva for inferior à pré-fixada, os impostos serão calculados sobre a margem presumida.

As margens de lucro presumidas são basicamente 8% para atividades industriais e de comércio, e 32% para atividades de serviços, existem algumas exceções, por isso é muito importante consultar um contador.

Há com relação ao PIS e COFINS eles são calculados de forma cumulativas, ou seja, as compras da empresa não geram abatimentos destes impostos e a alíquota somada é de 3,65% sobre o faturamento.

O Lucro Presumido pode ser vantajoso para empresas que possuam Margens de Lucro superiores as da presunção, que tenham poucos custos operacionais, e que tenham uma folha salarial baixa, ainda assim é necessário verificar se o Simples Nacional não oferece maior vantagem comparado a este enquadramento.

Abaixo um perfil médio das empresas do Lucro Presumido.

  • Margens de lucro acima dos limites de presunção;
  • Poucos custos operacionais;
  • Pouca participação nas despesas de folha salarial;
  • Transacionar com mercadorias com redução da base de cálculo (incentivo fiscal);
  • Possuir mercadorias no regime de Substituição Tributária;
  • Ter o faturamento até R$ 78 Milhões.

Agora você sabe um pouco mais sobre enquadramento tributário e a diferença entre o Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido.

Aproveite e veja outros assuntos relacionados aos negócios:

Como o ERP pode auxiliar as empresas com as obrigações fiscais?

Gestão de negócio: 4 ferramentas básicas de gestão

Fluxo de caixa: Tenha total controle sobre seu negócio

Fonte: Capital Social Contabilidade e Gestão

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Google Shopping Action: Google lança nova plataforma marketplace

A nova plataforma do Google promete adquirir mais espaço no e-commerce. Com Google Shopping Actions será possível realizar a compra e a venda de produtos sem a necessidade de ser redirecionado para uma loja virtual.

O Google Shopping já exisgoogle shoppingte, e para quem não conhece, a ideia da plataforma é exibir produtos relevantes à consulta do usuário, juntamente com lojas que os oferecem, fotos do produto e por fim reviews de usuários sobre aquele determinado produto. 

Porém, com a nova plataforma que recebe o nome de Google Shopping Actions, o usuário poderá realizar todo o processo de forma mais rápida, versátil e com menos burocracias.

Como o Google Shopping Actions vai funcionar?

O Shopping Actions será responsável por todo o processo de pagamento, enquanto o varejista ficará responsável apenas pela logística do produto. O Google cobrará uma pequena comissão por venda realizada, será um valor menor do que o cobrado pela Amazon.

A plataforma vem para trazer mais comodidade e versatilidade para os usuários, por ela trabalhará de forma integrada com os já conhecidos Google Assistant e Google Home, permitindo que o usuário realize buscas tanto por voz, quanto por texto e adicione produtos de empresas diferentes em um único carrinho de compras.

Pensando nas compras via mobile, a plataforma visa melhorar a experiência de compras dos usuários, já que em sua maioria utilizam os dispositivos móveis.

Quando será lançado a nova plataforma?

Certamente logo, mas em fase de testes, a nova plataforma da Google irá apenas para grandes empresas por enquanto, como:

  • Auchan;
  • Boulanger;
  • Carrefour;
  • Fnac Dart.

Além disso, a revista LSA nos revelou que o Shopping Actions será lançado na França no início de 2019.

O país é considerado o sexto maior comércio eletrônico do mundo e a expectativa é de que o varejo online movimente 93 bilhões de euros até o final de 2018.

Briga entre gigantes: Shopping Actions x Amazon

A varejista online americana Amazon ficou

em primeiro lugar no ranking das empresas mais inovadoras do mundo.  Além do comércio eletrônico, ela desenvolveu também uma base gigantesca de serviços baseados em computação em nuvem, tendo negócios com grandes empresas e universidades.

O que pode ajudar esta nova plataforma do Google a ganhar espaço, são as altas taxas impostas pela Amazon às empresas varejistas que anunciam no seu e-commerce.

O Google sabe que se quiser realmente competir de igual para igual com a Amazon, no ramo de e-commerce, ele terá que entregar ao usuário uma experiência muito melhor das que ele já possui.

Certamente, ele sabe que precisará trabalhar fortemente com vendedores terceirizados.

Pensando nisso, o Google Shopping Actions virá com uma série de novos recursos para compra e venda de comércio eletrônico. Além dos já conhecidos, Google Express, Google Shopping e Local Ads.

Agora, só nos resta esperar essa novidade!