Mudanças nas cobranças via boleto: saiba tudo sobre as alterações

Desde janeiro de 2017 já estão vigorando as novas modificações da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) sobre as cobranças via boleto bancário, que buscam trazer mais segurança e comodidade para os usuários.

Na prática, a partir de agora, todos os boletos passarão a ser registrados e poderão ser pagos em qualquer banco, mesmo após o vencimento, devido a um sistema que impede o pagamento em duplicidade.

Quer saber mais sobre esse assunto? Confira as informações importantes que separamos!

Alterações nas cobranças via boleto: cobrança sem registro x cobrança registrada

Para entender melhor essas alterações é preciso, primeiro, compreender de que modo funcionavam as cobranças anteriormente, ou seja, as cobranças sem registro.

Nesse tipo de cobrança, o boleto é emitido e enviado para o consumidor pagar, sendo que a emissão não é registrada no banco e o mesmo somente é avisado caso o pagamento seja efetuado.

Já na forma atual de cobrança, ou seja, na cobrança registrada, é preciso enviar um arquivo de remessa ao banco, assim todos os boletos ficarão registrados na Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP).

Através dos cruzamentos de dados, os bancos poderão conferir as informações contidas nos boletos emitidos, permitindo, assim, o pagamento dos boletos vencidos em qualquer agência bancária, independente do emissor.

Outra modificação é que o pagamento também será registrado. Assim, caso alguém se confunda e tente pagar o mesmo boleto duas vezes, por exemplo, o sistema acusará o pagamento em duplicidade, impedindo essa ação. Caso os números do código de barras sejam digitados de forma errada, o sistema também irá apontar o erro.

Mais um ponto positivo da mudança é em relação à diminuição das fraudes, pois um boleto falsificado jamais conseguirá ser pago pelo cliente, uma vez que não estará registrado na CIP.

Porém, a mudança também traz um ponto negativo que é o valor para quem emite esse boleto, uma vez que ele será cobrado independente do pagamento ser ou não realizado. Isso significa que todas as empresas ou pessoas físicas que emitem boletos terão de pagar um pouco mais caro por esse processo.

O que muda na prática?

Para os consumidores, a medida não trará grandes mudanças, mas para quem emite os boletos (como os comércios, condomínios, escolas, planos de saúde e sindicatos) o procedimento será feito de forma diferente.

A partir desse ano, todos os boletos deverão ser entregues registrados, constando o nome e o CPF ou CNPJ dos clientes para que, então, esses dados sejam enviados para a CIP.

De acordo com os dados do Banco do Brasil, hoje, no país, cerca de 31% dos boletos emitidos no país não são registrados e por isso é preciso se informar sobre os dados dos clientes antes de realizar as emissões.

Porém, apesar do custo elevado, quem emite os boletos terá um benefício extra: a possibilidade mais eficaz de combater a inadimplência, já que agora será possível rastrear os pagamentos e realizar as eventuais cobranças.

Essas mudanças já estão valendo?

As mudanças entraram em vigor em 1º de janeiro de 2017, mas para que haja tempo hábil de adequação dos bancos à nova plataforma o processo de implantação está seguindo um cronograma baseado por faixas de valores.

A intenção da Febraban é que até dezembro desse ano todo o contingente de transações por boleto migre para a nova modalidade. Confira o cronograma:

  • Igual ou acima de R$ 50 mil: a partir de 10 de julho;
  • Entre R$ 2 mil e R$49.999,00: a partir de 11 de setembro;
  • Entre R$ 500 e R$ 1.999,99: a partir de 09 de outubro;
  • Entre R$ 200 e R$ 499,99: a partir de 13 de novembro;
  • Igual ou inferior a R$ 199,99: a partir de 11 de dezembro.

Como vou implantar essas mudanças no meu sindicato?

Se você emite boletos é preciso se atentar, porque os boletos deverão ser gerados com o nome e o CPF ou CNPJ do pagador.

Esses dados devem ser incluídos através do internet banking ou por um sistema de gestão e é preciso estar preparado financeiramente, porque podem ser cobradas até 3 tarifas diferentes para o mesmo boleto, referente a emissão, atualização e baixa do pagamento.

Se você ainda não utiliza nenhum sistema de gestão, esse é um bom momento para atualizar a forma como gerencia o seu sindicato.

A NSC Info possui a solução para o seu sindicato: o GesSind!

Como o GesSind funciona e por que ele é uma boa opção?

O GesSind é um software completo e que ajuda a gerenciar o seu sindicato de maneira unificada e eficiente, com recursos interessantes para o seu dia a dia administrativo, como:

  • Controle dos associados, das empresas e dos acordos coletivos;
  • Controle do caixa e das agendas;
  • Controle de estoque e de toda a parte financeira;
  • Controle das eleições, eventos e da colônia de férias;
  • Possibilidade de emissão de boletos registrados e de controle das faturas emitidas e recebidas.

Como você viu, o novo método de boletos registrados irá necessitar que o seu sindicato possua dados atualizados dos membros que receberão a fatura, além de um sistema que possibilite essa emissão de forma adequada e dentro das normas atuais da Febraban.

Com o GesSind você terá muito mais controle de todos os seus sindicalizados, atualizando o cadastro dos mesmos e emitindo os boletos registrados de forma fácil e segura.

Além disso, ainda será muito mais fácil acompanhar as faturas emitidas e o pagamento das mesmas – o que deixará mais eficiente a sua forma de rastreio e de combate a inadimplência.

Melhore a gestão do seu sindicato com o sistema da NSC Info. Ainda tem dúvidas sobre as mudanças nas cobranças via boleto? Deixe um comentário pra gente! E se você quiser saber mais sobre o GesSind, solicite um orçamento agora mesmo.

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